sábado, 12 de março de 2011

Os Simpsons e o Ponto de Vista Cristão


   De acordo com William Irwin cerca de 300 pessoas levam 8 meses, com o custo de 1,5 milhões de dólares, para fazer um único episódio da série Os Simpsons. Este é, sem dúvida, um programa para adultos, e seria superficial desprezá-lo por ser simplesmente um desenho animado popular."

Você sabia?

         Os Simpsons se iniciaram como personagens de uma vinheta da FOX em meados dos anos 80. Em 1987 passaram a ser um quadro fixo dentro de um talk show americano muito famoso, apresentado por Tracey UlIman, com um roteiro que beirava à esquizofrenia e um traço bastante tosco. Todos os personagens têm nomes em homenagem à família do criador e produtor Matt Groening: seu pai chamava-se Homer, que também era cartunista, sua mãe, Margaret (Marge) e suas duas irmãs eram Lisa e Maggie. Mas Matt insiste que Bart não é um retrato de si próprio, somente quanto à sufocação de sua criatividade na escola.

Homer e Barth

         Tire suas conslusões sobre a análise feita em Os Símpsons e a Filosofia, organizado por William Irwin:
       Homer - É um mentiroso contumaz; falta-lhe honestidade, egoísta, guloso, ganancioso. Ele come, bebe, arrota. Num dos episódios, quando Lisa lhe disse que roubar sinal da TV a cabo era errado, ele discutiu com ela, dizendo que a menina também era ladra, pois não pagava pelas refeições em casa e nem pelas roupas que lhe davam.
       Bart - Ele não é o tipo pestinha que vive se metendo em encrenca, comenta Mark T. Conard. Ele descreve Bart Simpson como um delinqüente esperto, um bad boy em calças azuis, um destruidor, um servo de Satanás.Toda identidade dele é criada em tomo da rebeldia, do desafio a autoridade. Conseqüentemente, quando a autoridade desaparece, Bart perde a identidade. Não sabe mais quem ou o que é. Ele não tem virtudes (ou tem muito poucas).
         O Status de Os Simpsons como desenho de televisão afeta o modo como seus significantes operam. Nossas reações são condicionadas porque sabemos que é "apenas" um desenho. Aqui está o perigo!

Os Símpsons e a Formação de Opinião

         Williem lrwin e J. R. Lombardo dizem que a alfabetização pressuposta em Os Simpsons nem sempre (quase nunca) é intelectual, recorrendo ao conhecimento que o público tem de programas"clássicos" da televisão. Os Simpsons inclui, mas não se limita aos seguintes:
         Os 101 Dálmatas; 2001, Uma Odisséia no Espaço; Aliem o 8° Passageiro; Horror em Amytiville; Apocalypse Now; Mar de Chamas; Instinto Selvagem; Ben Hur; Quero Ser Grande; Os Pássaros; O Guarda-Costas; Cabo do Medo; Carruagem de Fogo; Cidadão Kane; Contatos Imediatos do 3° Grau; Laranja Mecânica; Cocktail; O Franco Atirador; Deliverance; Dr. Strangelove; Drácula; E.T.; O Exorcista; Medo e Delírio; A Mosca; Forrest Gump; Frankensteln; Nascido para Matar; O Poderoso Chejão; Godzila; E o Vento Levou .. ; Os Bons Companheiros; A Primeira Noite de um Homem; It's a Wonderful Life; Tubarão; The Jazz Singer; Jumanji; Parqaue dos Dinossauros; King Kong; Lawrence da Arâbia; Mary Poppins; O Expresso da Meia-noite; A Hora do Pesadelo; Intriga Internacional; A Força do Destino; Estranho no Ninho; Patton; Pink Flamingoes; Planeta dos Macacos; Amante e Herói; Psicose; Pulp Fiction; Tempo de Violência; Os Caçadores da Arca Perdida; Rain Man; Janela Indiscreta; Os Eleitos; Negócio Arriscado; Rocky; Rocky Horror Picture Show; Rudy; O Iluminado; O Silêncio dos Inocentes; Soylen Green; Velocidade Máxima; Guerra nas Estrelas; Steamboat Wi/le; O Exterminador; Titanic; O Tesouro de Sierra Madre; Um Campo que Cai; A Cidllde dos Amaldiçoados; Waterworld e O Mágico de 0z.

A Armadilha Inocente

         Os Simpsons não limitam suas alusões ao gênero animado. Há amplas alusões ao cinema e à literatura. Ele pode criar um tipo aleatório de associação, explicado por Rland Barthes:
         Essa rápida citação, esse modo sub-repticio de declarar temas, essa mudança de fluxo e explosão criam juntos o fascínio da conotação; as cenas parecem flutuar livremente, quanto maior for a distância sintagmâtica entre dois dados, mais habilidosa é a narrativa; a realização consiste em manipular um certo grau de impressionismo: o toque deve ser leve, como se não valesse a pena ser lembrado, e quando aparecer posteriormente em outro disfarce, ele já deve ser uma memória; a meta (ideológica) dessa técnica é neutralizar o significado e assim dar crédito à realidade da história, isto é, pegar você.

O Perigo Oculto no Desenho Os Simpsons

         Esse desenho, assim como a maioria dos programas de TV atuais, nos confronta com uma rápida série de mensagens, e por meio da decomposição dessas mensagens em uma seqüência simples e repetitiva de códigos, podemos começar a ver como o programa faz sentido. O desenho animado encoraja o jogo criativo e interpretativo. Carl Matheson analisa que os 30 segundos de aparente redenção em cada episódio de Os Simpsons está lá para nos trazer algum alivio dos vinte e um minutos e meio de crueldade maníaca no começo de cada episódio. Os Simpsons, segundo ele, é sombrio porque seu humor é negativo, como um humor de crueldade e condescendência. Leia 1 Co 5.6,12.2.

Cuidado, você pode estar sendo filmado

         Devido ao fato de que os telespectadores, correta ou incorretamente, associam os desenhos a uma diversão intelectualmente vazia, infantil e inofensiva, o meio está bem situado para libertar aquilo que Douglas Rushkoff chama de "vírus da mídia", uma mensagem subversiva ou revolucionária transmitida em um pacote aparentemente inocente. Enfim, por ser um desenho, a gente baixa a guarda e acaba assimilando um conteúdo que pode corroer os valores cristãos que tanto defendemos. O filme se torna você. A Bíblia nos alerta para termos sabedoria em relação ao mal (Jr 2.22; 6.15-16; 7.19; Os 14.9; Pv 4.19).
         Não deixe o canal mudar você, mude você o canal Os Simpsons tira proveito dessa percepção errada, voando sob o radar de nossas mentes cristãs. Passa-se a idéia de que desenhos são: seguros, infantis, partes do mundo de brincadeiras, oposto ao mundo mais sério da televisão encontrado nas novelas e noticias. Como um vírus, a série nos envolve com ar de inocência e depois nos infecta com idéias satíricas e subversivas, malignas. Os Simpsons usa humor para promover conceitos morais? Carl Matheson comenta que Os Simpsons não promove coisa alguma, porque seu humor opera apresentando oposições para, logo em seguida, ironizá-las. Além disso, esse processo de ironizar é tão profundo que não podemos considerar a série como uma coisa meramente cínica; ela consegue ironizar seu próprio cinismo. Esse processo de ironizar é o que chama de "hiperironismo" (Mt 10.16; 2 Co 11.3).

Epísódio de “Os Simpsons” gera polêmica no Reino Unido

         A popular série de desenhos animados "Os Simpsons" gerou polêmica no Reino Unido depois que Homer acusou seus vizinhos muçulmanos de serem terroristas.
         Na nova temporada da série, o pai da popular família norte-americana convence seus amigos de que seus vizinhos vindos do Oriente Médio planejam explodir um centro comercial de Springfield.
         Homer descobre mais tarde que Amid, o chefe da família muçulmana em questão, trabalha para uma companhia de demolição.
         Quando Homer convida a família vizinha para um jantar, demonstra sua ignorância em relação ao Islã, chamando Alá de "Oliver" e Alcorão de "A Coroa".
         Um porta-voz do Centro Cultural Islâmico e da Mesquita Central de Londres acusou o programa de incentivar o preconceito contra o islã e recomendou que os muçulmanos não assistissem à série.
         Já o criador de "Os Simpsons", Matt Groening, defendeu o novo episódio ao dizer que os desenhos "trabalham com estereótipos" e "nós tratamos de ser sensíveis a respeito".
Fonte: Folha Online

Os visinhos Flanders

         Os Flanders são uma família Protestante, visinha da casa dos Simpsons. Eles são um exemplo de devoção a Deus e a sua religião. Eles transmitem a fé e os valores cristãos. Há uma grande richa com a família Flanders e os Simpsons a respeito dos seus modos de levar a vida. Todos moram em Springfield, uma cidade dos Estados Unidos, dominada por grande capitalista o Sr. Burns, o qual controla grande parte das indústrias da cidade. Springfield tem um espaço delimitado no desenho e a população é sempre a mesma, ao menos que venha alguma celebridade visitá-la. A corrupção existente nesta cidade é grande, e nos episódios é demonstrado com clareza.
         O desenho "Os Simpsons" aborda variados temas, por exemplo: Religião, felicidade, lazer, consumismo, política, ética, corrupção, homossexualismo, família e outros. Temas considerados polêmicos são tratados com ironia, e gozação, e a problemática abordada, de início, são incluídas a outras postas de forma irregular no decorrer dos episódios, sem dizer que algumas questões nem chegam a serem resolvidas.
         O desenho emite em sua estrutura de ficção elementos diferenciados, como: Os quatro dedos nas mãos de todos os personagens, seus cabelos inacreditáveis, a pele amarelo emborrachada, a desproporcionalidade da cabeça do Sr. Burns, os olhos esbugalhados dos personagens, dentre outros, que associados ao diversos temas que o desenho aborda, criam um caráter utópico ao desenho, sendo que as situações ocorridas no programa são em sua maioria possíveis na prática.
         Muitas vezes o desenho não soluciona os problemas levantados e ridiculariza as ações realizadas, dizer se o seu conteúdo é crítico ou não, depende da forma como o telespectador fez o raciocínio. Pois se levarmos em conta que ao escrachar de forma irônica uma atitude de outra pessoa, e esta se sentindo envergonhada, acaba por mudar sua ação, o sarcasmo realizado contra esta tomou um caracter crítico, pois alterou a atitude da pessoa recriminada.
         No entanto se interpretarmos um deboche, simplesmente como uma piada, não havendo nenhuma mudança de caracter na ação recriminada, que não sugeriu possíveis mudanças, este deboche na forma como foi exposto não pode ser considerada uma crítica, pois não alcançou propostas contradizentes a ação anteriormente ocorrida. A personagem Lisa é um exemplo claro dessas situações, ela é autodidata, intelectual, crítica, propõe manifestações ambientalistas, tenta mudar a mentalidade de seu irmão Bart, de seu pai Homer, porém o tratamento que se faz destas ações são em sua maioria inúteis, pois fora da presença intelectual de Lisa as atitudes por ela recriminadas são realizadas, o que a torna uma garotinha triste e solitária, com um histórico frustrante de idéias fracassadas.
         Lisa tente se libertar da ideologia de Springfield, que é em sua linha mestra o consumismo exacerbado de seu pai, a maldade de seu irmão, a corrupção e a exploração praticada pelo Sr. Burns com a população e as fraudes da Escola de Springfield. Essa garotinha é vitima por ser uma telespectadora assídua do desenho Comichão e Coçadinha, que nada mais é que uma alusão ao desenho animado Ton e Jery, só que de uma forma bem mais agressiva e sangrenta. O desenho Comichão e Coçadinha parecem influenciar suas brigas com Bart, seu irmão mais velho. “No caso de Lisa, vemos que ela tem muitas das mesmas manias das outras crianças: ao lado do irmão, ela assiste ao violento desenho animado Comichão e Coçadinha, venera o ídolo adolescente Corey, brinca com a boneca que será a Barbie de Springfield, Malibu Stacy. Temos, portanto, ampla oportunidade de ver lisa como alguém que “não é melhor” que os os outros em muitos sentidos, o que nos permite não levar muito a sério sua esperteza.” (Skoble, 2004. p.39.)
         A forma como Bart é tratado por seu pai "Homer", é muito Violenta, a tentativa de estrangulamento são na maioria sem motivos, e quando questionado sobre o motivo da punição, Homer se esquece da causa, e ao invés de parar de espancar seu filho, ele intensifica a agressão.
         A grande relevância de Matt Groening ao inventar este desenho é a de deixar em aberto uma incrível gama de informações em um conteúdo sintético que agrade crianças e adultos. Para isso esboça conteúdos de percepção simples, não precisando de intensas reflexões para entendimento, e informações mais elaborados, as quais necessitam de um raciocínio mais atento as informações transmitidas.
         Cuidado com os seus filhos e as crianças que estão sobre sua responsabilidade, pois Deus vai pedir conta delas a você.

Que Deus continue lhes abençoando.

Autor: Jonas Neto
Fonte: www.centraldepregadores.com.br/jonas-neto/ 

sexta-feira, 11 de março de 2011

Eu Sei Que o Meu Redentor Vive

 Fazemos aqui uma pergunta bastante interessante aos modernos teólogos, pastores, bispos e apóstolos televisivos pregadores-barganhadores da teologia da prosperidade:  Por que vocês sempre deixam de lado a história de Jó?
         Sempre que falamos em sofrimento, nos lembramos do homem de Deus chamado Jó, que passou por um teste que nenhum de nós gostaria de passar e talvez nem mesmo suportássemos, culminando nas pesadas palavras de sua própria esposa, que lhe disse:
        "Ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre" (Jó 2.9).
         A verdade é que para muitos de nós, o mais perto que gostaríamos de estar de Jó é fazer parte do seu círculo de amigos. Ficamos assombrados com uma pergunta simples e ao mesmo tempo, familiar: como este homem continuou seguindo em frente quando parecia não haver para razão para isso?
         Jó foi um homem extremamente rico em sua época. Poucos de nós experimentam a abundância de Jó antes da provação ou as suas enormes perdas.
         Alguns questionamentos vêm à tona: Como suportamos as dificuldades do dia a dia? De que modo as tragédias que enfrentamos afetam a nossa confiança em Deus? Quando a vida fica difícil, o que fazemos?
         Felizmente, nós não precisamos ver as perdas tão de perto quanto Jó para aprendermos com ele uma lição sem preço.
         Quando tudo o que Jó possuía se perdeu, ele manteve sua esperança, pois ela não dependia de suas posses, de seus amigos ou de sua família. Ao invés disso, ele confiava em Deus.
         Amigo, Deus é o único lugar em que nossa fé pode descansar segura.
         Para Jó, a esperança não dependia de ter suas posses ou sua família de volta. Ele não barganha com Deus, dizendo: "Vou confiar em ti se fizeres minha vida melhorar". Isso, no entanto, é o que nos ensinam claramente no rádio e na televisão muitos pregadores modernos, comerciantes da Palavra de Deus.
         Ao contrário, a vida de Jó é uma clara ilustração da verdade que o (verdadeiro) apóstolo Paulo expressou: coisa alguma neste mundo "poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 8.39).
         No meio das circunstâncias adversas, Jó exclama em alto e bom som: "eu sei que o meu Redentor vive" (Jó 19.25). E completa: "verei a Deus" (Jó 19.26).
         Convicto de que Deus vive, Jó tem desejo ardente de vê-Lo.
         Jó tem consciência de que as fundações da existência estão Deus vivo.
         Por causa da gravidade do sofrimento de Jó, hesitamos em nos colocar em seu lugar. Mas, na verdade, já estamos lá, do modo que mais importa. Fazemos parte desta vida física e temporária do mesmo modo que ele. Quer nos nos assemelhemos muito ou pouco com Jó, precisamos do mesmo Redentor que ele conhecia.
         Quando conhecemos o Salvador, nossa visão sobre a vida e a morte muda.
         Nosso Redentor vive em nós agora.
         Embora não possamos ver muita coisa além da morte, sabemos que o Senhor Jesus está lá.
         Seja como for, isso será o suficiente.

Autor: Adail Campelo

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Somos sal da terra e luz do mundo

A Bíblia ensina que nós, seguidoes deJesus ,somos a luz do mundo. Significa que há uma diferença no cristão em relação àqueles que ainda não o aceitaram  como seu Senhor e Salvador. Temos , portanto, um privilégio muito grande. Mas todo instante o mundo tenta fazer acreditar que esse diferencial é algo ruim. E , por isso , nos tratam como se nosso comportamento fosse anormal.
Paremos para pensar: nós , evangélicos , sofremos preconceito do mundo porque somos iferentees. Mas, diferentes de quem? O padrão correto é ou não ser cristão? Ora, o mundo não é exemplo. Temos certeza disso , porque conhecemos a verdade. Então , que critério é esse para dizermos que somos diferentes? E , o mais importante , quem estabeleceu este padrão?
Somos diferentes porque não achamos normal dois homens ou duas mulheres terem relações amorosas? E pior, quererem criar filhos? Somos diferentes porque queremos preservar a nossa virgindade e nos guardar-mos para a pessoa que Deus elegeu para nós? Por que não bebemos , não fumamos e não nos drogamos?
Parece perda de tempo querer discutir esses valores. Afinal , Deus criou Adão e Eva , um homem e uma mulher , e não dois homens e duas mulheres. Instituiu a família para que dessa forma se constituísse. E não venha dizer que é a coisa mais normal do mundo um adolescente ter relações sexuais. A mídia esta tentando banalizar isso, mas , até mesmo psicológos não-evangélicos têm admitido que  esse "sinal de modernidade" tem resultado em graves problemas para a sociedade. Quanto a bebida , o cigarro e as drogas , não fazem bem ao corpo. Esses males aindase tornam vícios e as consequências são desastrosas para a saúde. Portanto , vive-se bem melhor sem elas.
Então , se essas coisas são padrões do mundo , o melhor é ficar longe delas. E ser diferente , sim. Afinal de contas , somos diferentes porque temos Deus em nossas vidas e em tudo o que fazemos. Precisamos dar testemunho de vida para que o Pai seja glorificado.
"Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens , para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus." (Mateus 5.16)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ele conhece o Pastor

Numa igrejinha da Escócia , um professor famoso, conferencista de renome , assistia ao culto da manhã. Foi-lhe pedido que recitasse o salmo23. Concordou. Reciotu com muita graça , boa dicção, perfeeição. A congreção ficou impressionda com a declamação. Em seguida ,alguém pediu ao pastor da igreja que recitasse o mesmo salmo. Humilde, mas sinceramente ele o fez ,com grande sentimento . Quando terminou a congreçaõ tinha lágrimas nos olhos de emoção.
O culto terminou. Um amigo do professor veio ter com ele e perguntou-lhe se havia notado o efeito diferente que as duas recitações tinham tido sobre o povo. Por um momento o professor guardou silêncio. Depois replicou com alto senso de humildade:
- Sim, eu notei. É que eu conheço o Salmo, mas ele conhece o Pastor.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Deus sempre está conosco

As marcas do deserto são de fato...
Os sinais de uma vida que peregrinou...
Sob a confiança do Senhor.
O deserto machuca...
Mas enrijece.
Queima a pele...
Mas tempera o caráter.
No deserto não há supermercados, nem despensas...
Mas há a graça de Deus...
Suprindo as necessidades de cada dia.
Sempre que Deus pretender usar alguém...
Ele o conduz ao deserto...
Para exercitá-lo nos limites da dependência.
Diante dos percalços da vida...
O Senhor nos promete superação!
Ele não deixará...
Que Nada atrapalhe a nossa trajetória!
Nada e ninguém podem nos impedir...
De alcançarmos aquilo que é nosso por direito!
Ainda que o inferno se levante...
Ainda que pareça difícil...
Ainda que todos digam que você não vai conseguir.
Diga pra eles:
Tudo posso naquele que me fortalece...

Diálogo com o Deus da esperança

Por que te inquietas minh alma?
Por que tantas tribulações e ansiedades?
Por que tantos medos e sombras escuras?

Eu sou o Teu Deus, sempre fiel
Sempre estive e sempre estarei a teu lado!
Aprenda a confiar mais em Mim!
Afinal, eu Sou o teu Pai Eterno!
O Autor de toda criação; confia em Mim!

Eu quero o melhor para ti
Todo o meu Reino foi feito pensando em
Meus herdeiros!
Tu és o meu herdeiro! Toda riqueza, toda
Beleza, toda felicidade do mundo
Eu a criei para ti!

Apenas exijo de meus filhos
A fidelidade a meu Reino
A santidade, a pureza de coração,
A busca incessante da “perfeição”!

Tu és para sempre meu filho
Por isto, eu te criei!
Tu moras eternamente em meu Divino Coração!
Confia em Mim, e não se arrependerás nunca!!!

A Águia e o Pardal


O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza...

Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro. Caiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:
- Por que estás a me vigiar, Andala?

- Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.

- E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?

- Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho... - O pardal suspirou olhando para o chão... E disse:

- Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te.

- E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.

- Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente...

- Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu.

Acredita! - E assim, a águia preparou-se para levantar voo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:

- Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre! Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles.

Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas crer e confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha! Crer que Deus é dono de todo o universo e de tudo que há. Ele quer que você confie nele, que ele te colocará asas que ninguém vai ver, mas vão perceber que os teus pensamentos e tua vida está acima nos céus. E isso ninguém poderá te tirar. Você conquistou espaços que é só seu. Saiba disso.

“Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão." (Is 40.31)